Responsável Técnico: Dr. Carlos Takashi Kakunaka — CRM 6753

Médico conversando com paciente durante consulta

Um exame comum, mas que ainda gera dúvida

Poucos exames ginecológicos são tão pedidos quanto o transvaginal — e, ainda assim, é comum a paciente chegar com receio de não saber bem o que esperar. Vamos direto ao ponto.

Para que ele serve

O ultrassom pélvico transvaginal avalia útero, ovários e outras estruturas da região pélvica, com uma proximidade que outras vias de exame não conseguem oferecer. É por isso que o ginecologista costuma preferir essa abordagem em boa parte das avaliações de rotina — e também na investigação de sintomas específicos.

Como o exame acontece

Um transdutor específico, mais fino, é inserido por via vaginal — daí o nome. Apesar de o procedimento parecer mais invasivo pelo nome, ele costuma ser rápido, e a equipe conduz tudo com atenção ao conforto da paciente durante todo o processo.

Também aparece na gestação

A mesma via é usada em alguns momentos do acompanhamento obstétrico — principalmente no início da gravidez, quando o ultrassom obstétrico transvaginal oferece uma imagem mais nítida do que a via abdominal conseguiria nessa fase.

Preciso me preparar?

Na maioria dos casos, não. Ainda assim, sempre vale confirmar a orientação no momento do agendamento — especialmente porque cada médico pode ter uma preferência específica para o seu caso.

O que as pacientes mais perguntam

Se dói: não deveria, embora um leve desconforto pontual não seja incomum. Se pode ser feito durante a menstruação: depende do motivo do exame, e essa é uma pergunta melhor respondida por quem solicitou. E se toda mulher pode fazer: em geral sim, mas existem exceções pontuais que cabem à avaliação médica definir.

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